Mais capital humano: Senar/MS capacita a mão de obra em Figueirão

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“Queremos continuar abrindo os horizontes para a comunidade de Figueirão. Já temos um trabalho intenso com o Agrinho e o ATeG – Assistência Técnica e Gerencial que vêm contribuindo para a história e desenvolvimento desse município que é muito conhecido pela qualidade dos seus bezerros, um mercado importante para a pecuária no cenário nacional”. A afirmação foi feita pelo diretor tesoureiro do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, Luís Alberto Moraes Novaes, durante o evento de certificação dos aprovados nos cursos de Formação Profissional Rural e de Promoção Social oferecidos pelo Senar/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, realizado na última nesta sexta-feira (28), no município.

Foram 442 alunos aprovados em 41 cursos oferecidos durante todo o ano de 2016 pelo Senar/MS em parceria com o Sindicato Rural de Figueirão. “A mercadoria mais importante no mundo hoje é o conhecimento e o Senar/MS tem proporcionado com muita eficácia o saber, fixando o homem no campo, aumentando a produtividade e gerando renda. O sindicato rural é o elo para que o Sistema Famasul e o Senar/MS disseminem informação para a população”, destacou o presidente da entidade, Gilmar Siqueira de Miranda.

Durante 10 dias, o produtor rural, Roberto Passarelli, cedeu a propriedade para as aulas do curso de Inseminação Artificial, um dos mais procurados no ano passado. “Até eu participei e foi muito bacana a experiência, principalmente entender de genética, já que aqui é produzido um gado de excelência. Já modifiquei o manejo e o sistema de nutrição do meu rebanho”, explica ele.

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A diretora-secretária do Sistema Famasul e coordenadora educacional do Senar/MS, Terezinha Cândido, durante seu discurso, acrescentou: “Não basta apenas ter riquezas naturais e infraestrutura de qualidade sem capital social. Ele é fundamental para superar as dificuldades e crises”.

Já a dona de casa Lurde Modesto da Silva, de 45 anos, fez ao todo, quatro cursos, voltados para gastronomia e vestuário. “Eu queria muito aprender bolo confeitado e acabei fazendo o curso. Já fiz até alguns para minha família. Agora que continuar fazendo para poder ter um lucro”, sorri ela.

A economia do município é baseada na produção de bovinos de corte, com um rebanho superior a 250 mil cabeças. O Departamento de Assistência Técnica e Gerencial – ATeG da instituição atende hoje ao todo 57 produtores com os programas “Mais Leite”, “Mais Inovação” e “Hortifruti Legal”. Em 2016 técnicos do ATeG registraram uma receita de 209 mil reais na comercialização dos 20 produtores do hortifrúti em Figueirão. Entre os produtos mais comercializados pelo grupo estão: milho, mandioca, melancia e alface.

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