Luisa Stefani conhece rivais da estreia no WTA 1000 de Miami

Paulistana e norte-americana Carter estreiam contra Rybakina e Sakkari

São Paulo (SP) – A paulistana Luisa Stefani, baseada na Saddlebrook Academy, na Flórida (EUA), e a americana Hayley Carter conheceram, nesta terça-feira (23), suas adversárias de estreia no WTA 1000 de Miami, nos Estados Unidos. O evento distribui US$ 3,26 milhões em premiação. Luisa e Hayley enfrentam a dupla da cazaque Elena Rybakina e a grega Maria Sakkari na primeira rodada, em partida que deve ser programada para a quinta (25) ou sexta-feira (26).

Luisa e Hayley preparam-se para a estreia em Miami (Divulgação)

“Mais uma vez a Rybakina, dessa vez com a Sakkari. Duas ótimas jogadoras de simples e vamos tentar fazer ser um jogo de duplas o máximo possível, para usar isso como vantagem. As condições aqui são ótimas, está calor, ainda não treinamos nas quadras de jogo, somente nas de treino, onde a bola está quicando alto e mais lenta que todos os torneios que jogamos até agora esse ano. Mesmo assim, vamos com tudo para a estreia”, analisa Luisa, que tem o patrocínio do Banco BRB e os apoios da Fila, CBT, HEAD, Saddlebrook Academy, Tennis Warehouse e Liga Tênis 10.
Carreira – Luisa Stefani, 23 anos, nascida em São Paulo (SP), mora em Tampa, na Flórida (EUA), treinando na Saddlebrook Academy. Cursou a universidade americana de Pepperdine, onde jogou o circuito universitário por alguns anos. Se destacou e optou por trancar a faculdade para disputar o circuito profissional integralmente a partir de meados de 2018. Ganhou destaque nas duplas e começou a colher resultados já em 2019, conquistando um título no WTA de Tashkent, no Uzbequistão, e o vice-campeonato em Seul, na Coréia do Sul, em outubro, com sua então nova parceria, a norte-americana Hayley Carter, terminando o ano perto das 70 melhores do mundo.

Em 2020, conquistou o WTA 125 de Newport Beach, na Califórnia e chegou às oitavas de final do Australian Open. Após a quarentena, comemorou o título do WTA de Lexington, nos Estados Unidos. Terminou o ano como a 33ª do mundo, primeira brasileira no top 40 em mais de três décadas. Começou 2021 com uma final no WTA 500 de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, alcançando o top 30 – a primeira brasileira desde 1976 – e agora chegou à segunda final em Adelaide. Como juvenil, também foi destaque, conquistando vitórias em Wimbledon e se tornando Top 10.

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