Evento comemora 10 anos e lembra independência da Bolívia com missa campal, solenidade e apresentações artísticas

Foto: Cassiano Carromeu

Foto: Cassiano Carromeu

Solenidades e apresentações culturais marcam a edição de agosto da Praça Bolívia, que será realizada no próximo domingo (9), quando será comemorada a independência do país vizinho e 10 anos do evento. Especialmente neste mês, a abertura será feita com uma missa campal, aberta a toda a comunidade campo‐grandense.

Na sequência serão entoados os hinos brasileiro e boliviano diante das bandeiras das duas nações latino‐americanas. O objetivo é reunir a comunidade imigrante, proporcionando um retorno às origens.

Como não poderia deixar de ser, a mescla cultural característica da Praça Bolívia estará marcada com as barracas de saltenhas, de arroz de carreteiro e artesanatos tanto nacionais como do país vizinho. Essa integração prossegue nas apresentações artísticas, que contarão com a presença da Orquestra de Violeiros de Três Lagoa; Grupo Pantaneiro de Cultura Sul‐Mato‐Grossense; grupo Masis Brasil de música andina e Grupo T’ikay de folclore boliviano.

Unidos pela tradição

A palavra T’ikay foi retirada do quéchua, uma das várias línguas faladas na Bolívia além do castellano, e significa “florescer”. O verbete foi escolhido como nome do único grupo de danças típicas do país vizinho em Campo Grande por representar a beleza da linguagem artística por meio da dança, sua riqueza e diversidade.

Formado em 2009, inicialmente concentrou famílias de jovens descendentes e imigrantes da nação boliviana e hoje agrega também brasileiros amantes da cultura. Há seis anos, assumiu a organização da Praça Bolívia.

Em 2013 passou a fazer parte do Projeção Multicultural, projeto realizado no intuito de agregar diversos grupos folclóricos para suprir a carência de material humano e manter, por meio das danças, trajes, lendas e costumes, o folclore gaúcho, sul‐mato‐grossense, português e, claro, o boliviano.

O Grupo T’ikay reúne, em seu repertório, danças de todas as regiões bolivianas. Cada dança tem sua história e sua indumentária. As representações que enverga têm as mais diversas procedências e datadas dos séculos XVIII e XIX, como o tinku, cuja coreografia mostra um cerimonial pré‐hispânico de comunidades altiplanas.

SERVIÇO: o evento é realizado sempre no segundo domingo de cada mês das 9h às 14h. A praça fica no quadrante compreendido pela Rua das Garças, Barão da Torre, Dias Ferreira e Aníbal de Mendonça, no bairro Santa Fé.

Mais informações pelo telefone (67) 84073776 – Mônica ou (67) 92447084 – Ingra.

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