Sustentabilidade da pecuária de corte brasileira é destaque do Seminário GTPS

O evento compõe a programação do II SIGEE – Foto: Divulgação

O evento compõe a programação do II SIGEE – Foto: Divulgação

“O compartilhamento de informação e a comunicação com a comunidade em geral. Esses são os desafios do setor produtivo”. A afirmação foi feita pelo presidente do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, Mauricio Saito, durante a abertura do Seminário GTPS – Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável, evento que compõe a abertura do II SIGEE – Simpósio Internacional de Gases de Efeito Estufa.

O II SIGEE acontece no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande/MS, entre os dias 07 e 09 de junho. O simpósio é promovido pelo Sistema Famasul e pela Embrapa Gado de Corte – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em parceria com diversas instituições públicas e privadas. A finalidade é compartilhar novos conhecimentos sobre a dinâmica de gases de efeito estufa na agropecuária brasileira.

Para o presidente do Sistema Famasul, o evento é fundamental para levar informação ao produtor rural. “Mato Grosso do Sul e o Brasil apresentam uma favorável capacidade de produção, com clima e solo produtivos. Além disso, o desenvolvimento rural está também embasado no trabalho da comunidade científica “.

Saito reforçou, em seu discurso, o trabalho realizado pelo Senar/MS – Serviço de Aprendizagem Rural. “O Senar/MS, no encaminhamento do resultado obtido na comunidade científica, por intermédio dos cursos de capacitação leva conhecimento e tecnologia ao homem do campo”. O presidente explicou o funcionamento do Programa Mais Inovação, dedicado à recuperação de pastagens que, em quatro anos de funcionamento, já abrange mais de 35 mil hectares.

Durante o seminário, o presidente do GTPS, Fernando Sampaio, apresentou a instituição e falou dos desafios do setor pecuária, no quesito sustentabilidade. “A pecuária pode ser um elemento para atingir metas sustentáveis”, destacou.

Sampaio reforçou que o setor pecuário pode ajudar em vários objetivos. “A pecuária é um modelo de desenvolvimento sustentável. Há o compromisso de reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia até 2020”.

“A previsão é de que em 2030, as áreas de pastagens alcancem 161 milhões de hectares, liberando 17 milhões de hectares para a agricultura, floresta e restauração florestal”, salientou o representante da entidade nacional.

Após a abertura, o seminário contará com uma série de palestras referentes à sustentabilidade do setor. Confira a programação: http://zip.net/bstkBN

Além das lideranças já citadas, estiveram presentes na abertura do seminário, a diretora-secretária do Sistema Famasul, Terezinha Candido; o diretor executivo da Federação, Lucas Galvan; o superintendente do Senar/MS, Rogério Beretta; o presidente do Sindicato Rural de Campo Grande e diretor financeiro do GTPS, Ruy Fachini; o presidente de Santa Rita do Pardo, Florindo Cavalli Neto; o presidente do Sindicato Rural de Três Lagoas, Marco Garcia de Souza; o presidente do Sindicato Rural de Camapuã, Saturnino Silvério.

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