Um avião comercial que seguia de Nova York para Chicago, nos Estados Unidos (EUA), precisou realizar um pouso de emergência no Aeroporto Metropolitano de Detroit, após um passageiro fazer ameaças de bomba.
De acordo com informações das principais agências internacionais de notícias, o incidente aconteceu na tarde de ontem (29), por volta das 16h45min (horário de Brasília).

Crédito: NBC News/Reprodução de vídeo
Um passageiro, ainda não identificado, após entrar na aeronave e sentar em sua poltrona, esperou a aeronave levantar voo para fazer ameaças. Ele começou a gritar, afirmando que iria matar a todos.
“Ele disse: ‘Eu vou explodir o avião. Eu conheço aviões, e eu vou matar todos vocês’. Ele estava ficando muito, muito agressivo“, afirmou um dos passageiros.
Segundo informações da companhia aérea, o incidente aconteceu minutos depois que os comissários de bordo perguntaram aos passageiros se havia um médico a bordo do avião. Faltava cercar de uma hora para a aeronave pousar em Chicago, porém o piloto decidiu desviar a rota, pousando em segurança no Aeroporto Wayne County, próximo a cidade de Detroit, a 800 km de distância do Aeroporto JFK, de onde o voo decolou.
Policiais, bombeiros, paramédicos e agentes do FBI foram acionados e enviados para o aeroporto, que foi isolado. Todos os passageiros, incluindo crianças, foram orientados a ficar com a cabeça abaixada.
Policiais com metralhadoras entraram no avião para prender o suspeito, que foi localizado e algemado. A bagagem dele foi rapidamente retirada da aeronave e foi vistoriada. Não foram encontrados explosivos nas malas do homem, que foi levado para uma delegacia de polícia.
Todos os passageiros e tripulantes tiveram que deixar a aeronave, enquanto agentes do FBI realizava uma busca padrão no avião e na bagagem. Nada foi encontrado.
Uma das passageiras, que pediu para não ser identificada, disse aos policiais que o suspeito entrou em surto, e que ele havia esquecido de tomar os remédios prescritos pelo médico.
Os passageiros puderam seguir viagem depois do incidente, mas eles somente conseguiram chegar Chicago, cerca de oito horas após o incidente.
A Empresa American Airlines, proprietária da aeronave e responsável pelo voo, divulgou um comunicado à imprensa afirmando que o incidente foi um caso isolado, e que nenhum passageiro e/ou tripulante correu riscos.
Com informações das Agências Ansa, Brasil e Estado










