Atentado terrorista deixa 4 mortos e 11 feridos no Paquistão

Um ataque terrorista ocorrido na noite desta quarta-feira (22) na cidade de Quetta, no Sudoeste do Paquistão, causou a morte de pelo menos quatro pessoas e deixou outras 11 feridas. O atentado foi reivindicado pelo Talibã.

De acordo com informações das principais agências internacionais de notícias, o ataque foi praticado por um carro-bomba, que foi deixado no estacionamento de um hotel de luxo.

Foto: AFP

O embaixador da China no Paquistão estava hospedado no hotel, mas ele não ficou ferido. No local havia turistas estrangeiros, mas até o momento não se sabe se há vítimas entre eles.

O ministro do Interior do Paquistão, Sheikh Rashid Ahmad, disse que equipes de resgate e membros das forças de segurança foram mobilizadas e enviadas para o local, que foi imediatamente isolado e cercado.

Buscas estão sendo realizadas em toda a região, mas até o momento nenhum suspeito foi identificado ou localizado.

O ataque aconteceu no Serena Hotel, que teve parte de uma das paredes seriamente danificada. Por precaução, o prédio foi esvaziado logo depois da explosão.

Um porta-voz do Talibã assumiu a autoria do ataque e disse que se trata de uma resposta ao Governo do Paquistão.

Foi um ataque suicida em que nosso homem-bomba usou seu carro cheio de explosivos no hotel“, escreveu o porta-voz do grupo terrorista.

A cidade de Quetta é a capital da província do Baluchistão, rica em minerais, e que faz fronteira com o Irã e o Afeganistão. A região é constantemente alvo de atentados, a maioria praticados por insurgentes nacionalistas locais, que querem mais participação nos recursos regionais.

A província abriga o porto de águas profundas de Gwadar, recentemente expandido, que é fundamental para um investimento planejado de US$ 65 bilhões da China’s Belt and Road Initiative.

As autoridades paquistanesas e chinesas ainda não sabem se o embaixador e os membros da delegação chinesa, que estavam no hotel, eram os alvos do ataque.

Com informações das Agências Reuters e AFP

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