Um prédio residencial de quatro andares entrou em colapso na noite desta quarta-feira (15), em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, afundando cerca de 40 centímetros. A estrutura ficou danificada e todos os moradores tiveram que deixar seus apartamentos às pressas.

Foto: Defesa Civil de Itajaí (SC) – Divulgação/Cortesia
De acordo com informações da Defesa Civil de Santa Catarina, o prédio possui 16 apartamentos e o abalo na estrutura da edificação obrigou a retirada de todos os 65 moradores. Duas pessoas ficaram levemente feridas em decorrência de estilhaços de vidros e fratura em um dos pés.
Os feridos foram socorridos e encaminhados para unidades de saúde da cidade.
Equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Defesa Civil e das Polícias Civil e Militar foram mobilizadas e enviadas para o local, que foi isolado.
Uma grande área ao redor do prédio precisou ser interditada, devido ao risco de desmoronamento do prédio. Outros dois imóveis próximos ao prédio precisaram ser evacuados e interditados.
Técnicos da Defesa Civil estão vistoriando o prédio atingido para verificar se há risco de desmoronamento. Os moradores ainda não puderam entrar em seus respectivos imóveis para retirar documentos e pertences pessoais.
As autoridades locais ainda não sabem as causas do abalo e da ruptura do prédio. A região segue interditada, aguardando um laudo pericial, que deve apontar as causas do colapso da edificação.
O prédio em questão fica localizado no Centro da cidade e todos os 16 apartamentos estão alugados.
A Prefeitura de Itajaí chegou a providenciar abrigos para os moradores que precisaram deixar seus imóveis, mas a maioria preferiu ir para casas de familiares e/ou amigos.
A Secretaria de Obras de Itajaí enviou para o local na manhã desta quinta-feira (16), um topógrafo ´para avaliar o solo e a estrutura do prédio. UM caminhão foi disponibilizado para o transporte de alguns pertences dos moradores, como colchões e utensílios.
Alguns moradores entraram em pânico e deixaram os apartamentos às pressas, não tendo tempo nem para pegar documentos pessoais e celulares.
Com informações das Agências Brasil e Estado










