
Foto: WhatsApp/Cortesia
Ao menos três figueiras centenárias foram cortadas esta semana em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, devido ao alto risco de queda. As árvores ficavam localizadas na Avenida Mato Grosso e, segundo técnicos e urbanistas, já apresentavam sinais de envelhecimento e problemas na estrutura, o que aumentava o risco de queda sobre a via pública, podendo atingir um veículo e/ou pedestres.
De acordo com informações da Assessoria de Comunicação de Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG), as árvores apresentavam sinais de desgaste natural, e elas já vinham sendo monitoradas desde 2017, com avaliações técnicas regulares.
Ao longo dos anos, técnicos da prefeitura adotaram várias medidas para tentar preservar as árvores, com podas frequentes e tratamento contra pragas, além de técnicas de fortalecimento das mesmas.
Mesmo com todo esse cuidado, as árvores continuaram a apresentar processo natural de desgaste, chamado de ‘envelhecimento’, além do comprometimento de sua estrutura, que deixou fraco o tronco e a raiz, colocando em risco os transeuntes e veículos que circulam pela Avenida Mato Grosso.
Um laudo técnico foi emitido pelas autoridades competentes. O documento ressalta que é imperativo o corte imediato das árvores, devido ao risco iminente de queda das mesmas. A decisão de corte seguiu critérios técnicos e teve como principal objetivo, evitar futuros acidentes com pedestres e veículos, que transitam pela via pública e calçadas.
As árvores também poderiam atingir estabelecimentos comerciais.
A Prefeitura de Campo Grande (MS) informou que já existe um planejamento para o replantio de outras espécies de árvores, podendo ser da mesma espécie, ou seja, outra figueira.
Em março deste ano, a prefeitura já havia iniciado a reposição de figueiras na Avenida Mato Grosso, com o plantio de três novas mudas. Também existe a possibilidade de troca das figueiras existentes na Avenida Afonso Pena. Algumas destas árvores antigas, que colocam em risco os pedestres e veículos, estão sustentadas por estacas, porque as mesmas foram tombadas como patrimônio histórico, cultural e paisagístico da capital sul-mato-grossense. O corte das mesmas e o replantio de novas mudas, precisam ser autorizadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
A ação de cortes das árvores que coloca em risco a integridade física dos pedestres e veículos, foi coordenada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (SEMADES), e tem como objetivo, reforçar a arborização urbana.
Com informações da Assessoria de Imprensa da PMCG









