Um grave acidente de trânsito, envolvendo um trem e um ônibus escolar, foi registrado na manhã desta terça-feira (26) na cidade de Buggenhout, na Bélgica, e o mesmo causou a morte de quatro pessoas e deixou e ao menos três feridos.

Bandeira da Bélgica – Foto: Deposit Photos/Cortesia
De acordo com informações das autoridades locais, o acidente aconteceu em uma passagem de nível, tendo o trem, que trafegava em alta velocidade, colidido violentamente com o ônibus escolar, que atravessava a linha férrea. As causas do acidente ainda são oficialmente desconhecidas, mas já estão sendo investigadas.
O ministro do Transporte da Bélgica, Jean-Luc Crucke, disse em entrevista coletiva, que entre os mortos estão o motorista do coletivo, dois adolescentes (estudantes), e um adulto, que acompanhavam os alunos.
Equipes de resgate foram mobilizadas e enviadas para o local da tragédia, que foi isolado. Os feridos foram socorridos e encaminhados para hospitais da região.
Os corpos das vítimas fatais foram resgatados e encaminhados para necrotérios de hospitais próximos.
Segundo informações da imprensa local, o acidente aconteceu na madrugada de hoje, a 23 km de distância da cidade de Bruxelas, capital do país.
Jean-Luc Crucke disse ainda que as imagens das câmeras de monitoramento mostram que as barreiras de segurança da passagem de nível haviam caído, podendo essa ser uma das prováveis causas do acidente.
Já o ministro do Interior da Bélgica, Bernard Quintin, lamentou o acidente e se solidarizou-se com as vítimas e seus familiares, afirmando “é com profunda tristeza que fiquei sabendo do trágico acidente ocorrido em Buggenhout”.
A Bélgica possui uma densa rede ferroviária, que atravessa cidades e vilarejos. Os acidentes envolvendo trens são comuns no país, principalmente em passagens de níveis.
Em 2025, cinco pessoas morreram em acidentes envolvendo trens no país, segundo dados da Operadora de Infraestrutura Ferroviária Infrabel. O menor número de vítimas fatais ocorreu em 2020, segundo o site da empresa.
Com informações das Agências Ansa, Deutsche Welle e Estado










