Um homem armado com uma espingarda, um revólver e várias facas, invadiu n a noite de sábado (25), o Hotel Washington Hilton, na capital dos Estados Unidos (EUA), onde acontecia um evento com a participação do Presidente Donald Trump e diversos jornalistas norte-americanos e estrangeiros.

Bandeira dos Estados Unidos (EUA) – (Foto: Alexa por Pixabay)
Assim que entrou no salão de festa, onde acontecia o evento, o suspeito sacou uma das armas que trazia consigo, e efetuou diversos disparos em direção a tribuna, aonde estava o presidente norte-americano.
Donald Trump não foi atingido e rapidamente deixou o local, sendo levado às pressas para um local seguro. O tiroteio provocou pânico entre as pessoas que estavam participando do evento. Elas se deitaram no chão, enquanto que outras se abrigaram embaixo das mesas.
O suspeito foi imobilizado e preso, sendo levado para uma delegacia de polícia em Washington, capital dos Estados Unidos.
As motivações para o crime ainda são oficialmente desconhecidas, mas já estão sendo investigadas. Não está descartada a possibilidade de atentado terrorista, porém as autoridades locais acreditam que tenha sido um ataque doméstico.
Um dos agentes do Serviço Secreto, que faz a segurança do presidente e demais autoridades, foi baleado e levado às pressas para um hospital da cidade. O estado de saúde dele é considerado estável e não corre risco de morte.
A casa do suspeito foi cercada e revistada. Nenhum explosivo foi encontrado dentro do imóvel. Outras armas e munições foram encontradas e apreendidas.
O suspeito foi identificado como sendo Cole Tomas Allen, de 31 anos. Ele mora em Torrance, próximo a cidade de Los Angeles, no Estado da Califórnia.
De acordo com informações das autoridades policiais norte-americanas, o suspeito será conduzido a um tribunal de Justiça nesta segunda-feira (27), onde será formalmente acusado por porte ilegal de arma de fogo, tentativa de assassinato e demais crimes.
Além do Serviço Secreto, o FBI (Federal Bureau of Investigation, que é o principal serviço de inteligência dos EUA, irão investigar o ataque e as possíveis falhas na segurança do presidente e demais autoridades.
Com informações das Agências Ansa, Brasil, Deutsche Welle e Estado










