Polícia apreende 868 kg de fios de cobre furtados em Campo Grande (MS)

Ao menos 12 pessoas foram detidas e encaminhadas para a delegacia de polícia

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Policiais civis realizaram nesta semana a Operação Vastum, que tem como objetivo coibir o furto de fios de cobre da rede elétrica. Ao todo, a força-tarefa da Segurança Pública de Mato Grosso do Sul apreendeu 868 quilos de fios de cobre e prendeu 12 pessoas, que foram levadas para a delegacia.

De acordo com informações da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP), 57 locais foram vistoriados e neles foram encontrados fios de cobre sem origem definida. Os proprietários dos estabelecimentos foram autuados por receptação de materiais roubados.

O diretor do Departamento de Polícia da Capital (DPC), Delegado Wellington de Oliveira, afirmou que a operação foi desencadeada após o aumento de casos de furto de fios de cobre em Campo Grande.

Os furtos de fios da rede elétrica provocam danos coletivos, por deixara residências e estabelecimentos comerciais sem luz e, sobretudo, por causar apagão nos semáforos, podendo provocar graves acidentes com vítimas fatais.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Quando tem furto de fios de cobre, ele é muito mais sério, ter retirado dez metros de um semáforo, por exemplo, ou a pessoa ficar sem energia, estamos falando de danos coletivos“, disse o Delegado Wellington de Oliveira.

O foco da ação desta quinta-feira (05) foram os receptadores, e não os ladrões, que são difíceis de serem identificados e/ou presos.

Os estabelecimentos comerciais que costumam comprar materiais recicláveis e os ferros-velhos estão sendo monitorados com certa regularidade, para impedir casos de reincidência.

A Polícia Civil sabe identificar quando os cabos e fios de cobre são frutos de roubo, porque as empresas que vendem esse tipo de material emitem uma nota ou cupom fiscal, tornando a mercadoria legal.

Se faz necessário que as pessoas que compram legalmente o material para instalação em uma residência ou estabelecimento comercial, tenha o documento para comprovar a origem lícita do produto.

Com informações da Assessoria de Comunicação da SEJUSP

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