De olho no futuro, Aras confessa sua parcialidade

Com a Nota Pública do Ministério Público Federal divulgada na terça-feira (19/01), o Procurador-Geral, Augusto Aras pretendia responde às pressões que sofre para investigar criminalmente Jair Bolsonaro. Desde o dia 15 ele têm no seu colo uma Representação contra o presidente endossada por mais de 300 membros da chamada sociedade civil, entre os quais juristas. Relacionam ao menos cinco crimes do Código Penal teoricamente cometidos pelo presidente e cobram de Aras a investigação.

Aras, além de tentar eximir-se de responsabilidade – no que foi desmentido por seis Subprocuradores – ainda acenou com possíveis ameaças de golpe. Foi contestado pela própria Associação Nacional dos Pro curadores da República e por mais de 300 advogados do Grupo Prerrogativa.  De olho na vaga do ministro Marco Aurélio, do STF – ou na sua recondução – Aras não demonstra que cumprirá seu papel. Ele já arquivou diversos pedidos de investigações contra Bolsonaro. Parece almejar o título de “Engavetador-Geral da República” conquistado por Geraldo Brindeiro, no governo de FHC.

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