Som da Concha traz diversidade de gêneros musicais no final de semana

Campo Grande (MS) – Neste final de semana talentos da nossa música vão estar no palco do Som da Concha, projeto do Governo do Estado realizado pela Fundação de Cultura de MS. Como caraterística desse evento que desde o princípio traz a pluralidade de estilos e gêneros musicais, encanta e mexe com as sensações do público. Por causa da pandemia os shows deste ano estão sendo exibidos em formato de live no Youtube oficial da Fundação de Cultura de MS (https://cutt.ly/5gzIGH3), obedecendo as normas de biossegurança. Os shows acontecem no sábado (24) e no domingo (25) às 18h na Concha Acústica Helena Meirelles.

Lulu Mello – Foto: Divulgação

No sábado (24) as atrações ficam por conta da banda Small Fish e Marcos Assunção. Com a missão de abrir o evento, a banda Small Fish tem a pegada hardcore melódica tendo sido criada em 2012. Têm influências de bandas nacionais como Mxpx e Rodox, bem como também se espelha em bandas internacionais tais como MxPx, P.O.D, Relient K, Amber Pacific. Ficou um tempo parada e retomou em 2020 com uma nova formação: Herson no vocal, Erick na Guitarra e Back, Igor no Baixo e Thyago na Bateria.

No repertório músicas autorais como “Nossa luta”, “Os dias vem e vão”, “Vou viver, assim”, devem entusiasmar os internautas.

Já Marcos Assunção com sua carreira consolidada participou de diversas edições do Som da Concha. Porém será a primeira vez que fará um show no formato live. Por meio de pesquisas musicais e culturais o músico percorre com a viola brasileira, violão sete cordas, guitarra semiacústica e bandolim os diversos gêneros musicais que se inter-relacionam entre si e fazem parte do cotidiano do povo brasileiro. Ritmos variados em consonância com momentos de Jazz e a música erudita fazem uma combinação harmônica com a contemporaneidade.

Para Assunção é um desafio apresentar sem público, “nós fazemos música para alguém, independente do gênero e do estilo, a gente conta com essa troca de almas humanas, independente do contexto daquela pessoa. Nada substitui a presença humana, mas o show tem que continuar e esse formato deve permanecer”.

Os Walkírias – Foto: Divulgação

Já as estrelas de domingo (25) são a banda “Os Walkírias” e “Lulu Mello”. Na abertura, “Os Walkírias” mostram em seu repertório músicas autorais irreverentes misturadas a releituras de grandes sucessos nacionais, fazendo uma noite repleta de bom rock in roll, reverenciando ídolos da música brasileira como Raul Seixas, Cazuza, Titãs e Lulu Santos.

Com Rui Nélio no vocal e violão, Karlos Eduardo na guitarra, Frank Rodrigo Portela de Lima no baixo, Rajiv da Costa Pedreira no sax, Marcelo Nantes na percussão, Cristonildo Flores no trompete e Vladimir Barbosa na bateria. A banda desenvolve um trabalho de composição autoral trazendo em suas letras um pouco da identidade sul-mato-grossense, como costumes e lugares do Estado do MS.

Nascido e criado em Campo Grande, Lulu Mello participa pela primeira vez do projeto Som da Concha. Vai encerrar o evento e promete levantar o público de casa. O músico nasceu em meio à música sertaneja. Mas ao mesmo tempo teve contato com alguns artistas que acabaram dominando o coração do garoto sul-mato-grossense, como Tim Maia, Bezerra da Silva, SPC entre outros.

Cantor, compositor e instrumentista, Lulu tem dez anos de carreira e é dono de uma mistura única, moderna e muito dançante. Tem entre suas principais características o repertório recheado de músicas dançantes que embala o público do começo ao fim. Possui três discos gravados e um DVD, além de várias parcerias com artistas nacionais. Seu último trabalho é o ‘’Clube do Lulu’’ que conta várias participações especiais, como Sandami, ADZ, Bruninho e Davi entre outros.

Mello diz estar feliz em participar do projeto Som da Concha, “sempre foi um sonho da minha mãe ver eu tocar em eventos como esse do Governo, e ela está muito feliz e empolgada e também é uma realização pessoal e profissional. Lulu também destaca a importância do projeto Som da Concha em incentivar outros artistas, “já vi vários amigos tocando no palco [do Som da Concha], e ficava pensando quando seria a minha vez de estar lá. Tem amigos próximos da música que pensaram em se inscrever depois que eu fui selecionado” e conclui, “espero que a galera entenda e goste da minha proposta”.

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