Morte do miliciano não inocenta os Bolsonaros

Jornalista Marcelo Auler – Foto: Arquivo Pessoal

Por menos que queira o governador petista da Bahia, Ruy Costa, a morte do miliciano Adriano Nóbrega guarda mistérios que precisam ser esclarecidos. Queimou-se um arquivo importante, tanto para se elucidar crimes das milícias no Rio como, principalmente, para esclarecer o esquema da “rachadinha” que funcionou no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro e as ligações da família Bolsonaro com as milícias fluminenses.

Autoridades baianas precisam provar que a morte não foi premeditada nem atendeu a interesses escusos. Isso, porém, não permite ao presidente Jair Bolsonaro e seus filhos esquivarem-se das suas relações com os milicianos, tentando desviar as atenções com cr&iacu te;ticas aos petistas.

As digitais da família nas relações com Nóbrega, sua mãe e sua ex-companheira não serão apagadas com o sangue derramado no sítio de Esplanada (BA), haja ou não novas perícias.

Entenda a questão em: https://marceloauler.com.br/bolsonaros-se-esquivam-nas-omissoes-do-governo-baiano/

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