Síndrome de burnout é considerado “fenômeno ligado ao trabalho”

Foto: Divulgação

Nesta terça-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que considera a Síndrome de Burnout – um conceito comumente traduzido como “esgotamento profissional” – um “fenômeno ligado ao trabalho” e não uma doença, ao apresentar novas explicações sobre o que foi anunciado na véspera – que o ‘burnout’ havia sido incluído na nova Classificação Internacional de Doenças (CID).

A síndrome de burnout designa o estágio mais avançado de estresse no ambiente corporativo e apresenta sintomas, como: cansaço excessivo (físico e mental), dor de cabeça, insônia, sentimento de derrota e insegurança, alterações de humor, pressão alta e até problemas cardíacos.

Segundo dados da Associação Internacional de Manejo do Estresse (ISMA), 72% dos brasileiros que estão trabalhando sofrem alguma sequela ocasionada pelo estresse. Por esse motivo, as empresas estão cada vez mais investindo em alternativas para melhorar a qualidade de vida dos seus colaboradores, seja por meio de ajuda psicológica ou uma atividade física, como o yoga corporativo, uma prática diferenciada, aplicada no próprio ambiente de trabalho, em que as atividades são realizadas na cadeira, sem equipamentos especiais.

A metodologia condensa as posturas que fortalecem e alongam todas as partes do corpo que sofrem de estresse e do trabalho em computador, alivia as tensões decorrentes da postura sentada por longos períodos e ensina as técnicas de respiração eficientes para relaxar ou se concentrar.

Para falar sobre como essa modalidade de yoga pode auxiliar empresas e funcionários, gostaríamos de sugerir uma entrevista com Armelle Champetier, diretora da Yogist no Brasil. No país, empresas como BrasilPrev e GreenYellow têm apostado no yoga corporativo, por terem cultura bem moderna e voltada às questões de bem-estar dos funcionários.

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