Assoreamento de córrego em Cassilândia (MS) deixa moradores preocupados

Foto: Flávio Rodrigues/Cortesia

Os moradores de Cassilândia, município a 437 km de distância de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, estão preocupados com o assoreamento que vem atingindo o Córrego Cedro, que ‘corta’ vários bairros, incluindo o centro da cidade.

Segundo os moradores, em períodos de chuva a situação piora e a erosão aumenta significativamente, ameaçando as casas existentes nas imediações. Um banco de areia se formou próximo ao córrego.

A Prefeitura Municipal de Cassilândia informou que as obras de revitalização do córrego foram suspensas devido ao período de chuva, mas que elas serão retomadas assim que possível.

Muitos moradores disseram que a degradação do leito do córrego ocorre porque muitas pessoas costumam retirar terra do local e, também, porque alguns costumam jogar lixo e entulhos dentro do córrego, sem que as autoridades municipais tomem medidas eficazes para coibir.

A comerciantes Tereza Nantes de Oliveira, de 32 anos, disse em entrevista ao Campo Grande Notícias, que antigamente havia peixes no Córrego Cedro, mas que eles desapareceram devido à poluição e a degradação.

Estamos muitos tristes com o descaso da atual administração. Muitos estão indignados com a falta de conservação do córrego [Cedro]. Agora tem muita terra e pouca água. O poder público precisa tomar uma providência urgente”, disse Tereza Nantes.

Foto: Flávio Rodrigues/Cortesia

Em nota divulgada à imprensa, a Prefeitura disse que as obras de revitalização do Córrego Cedro estão em andamento, mas que os serviços foram temporariamente suspensos devido as condições climáticas.

As obras de revitalização no leito do córrego [Cedro] foram temporariamente suspensas devido as chuvas que estão caindo na região no mês de fevereiro”, diz a nota da Prefeitura de Cassilândia.

Ainda segundo a nota da Prefeitura, parte das obras que já foram realizadas foi danificada pela água da chuva, mas que os serviços de revitalização serão retomados em breve.

Já o Ministério Público Estadual (MPE) informou que os promotores estão acompanhando o caso, e que devido as chuvas, os serviços tiveram que ser suspensos.

Com informações das Assessorias da PMC e do MPE/MS

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