Tiroteio deixa 4 mortos e 2 feridos na Flórida, nos EUA

Um ex-fuzileiro naval norte-americano matou na manhã deste domingo (05) quatro pessoas na cidade de Lakeland, no Condado de Polk, no Estado da Flórida, nos Estados Unidos (EUA) e deixou outras duas feridas. As motivações para o ataque ainda são desconhecidas, mas já estão sendo investigadas.

De acordo com informações das principais agências internacionais de notícias, o ex-militar, que não teve a identidade revelada, é um atirador de elite, e atuou em confrontos no Iraque e Afeganistão.

Policiais do condado de Polk, na Flórida (EUA), são vistos próximos do local onde ocorreu um tiroteio na manhã deste domingo (05) — Foto: Michael Wilson/AP

O Jornal New York Times revelou que as vítimas fatais são um homem, duas mulheres e um bebê de três meses, que estavam em duas casas. Uma menina de 11 anos ficou gravemente ferida, mas ela foi socorrida por paramédicos e encaminhada a um hospital da cidade.

Uma segunda pessoa teria ficado levemente ferida e também foi levada para o mesmo hospital.

Equipes das Polícia, dos Bombeiros e dos Paramédicos foram acionadas e enviadas para a região, que foi isolada e cercada. O acesso de veículos e pedestres foi proibido.

O suspeito atirou contra os policiais, que revidaram e acertaram um tiro em seu braço. Ele foi imobilizado e algemado, sendo levado em seguida, sob custódia, a uma delegacia de polícia.

Familiares e amigos do suspeito, que atualmente trabalha como segurança, estão sendo interrogados e sua residência está sendo vistoriada. A empresa em que ele atua já está prestando informações sobre o funcionário.

As vítimas, um homem de 40 anos, uma mulher de 33 anos e um bebê que estava no colo dela, estavam na mesma casa. Uma idosa de 62 anos que estava em outra casa, na mesma propriedade, também foi morta pelo suspeito, assim como um cachorro da família.

O Xerife Grady Judd concedeu agora a pouco uma entrevista coletiva onde relatou que o suspeito já foi identificado. Trata-se de Bryan J. Riley, de 33 anos, que segundo autoridades médicas sofria de estresse pós-traumático.

No momento do incidente ele usava roupas militares camufladas e entrou em uma casa, onde se escondeu. Assim que as pessoas entraram no imóvel ele começou a atirar.

Até o momento as autoridades policiais não encontraram evidências de que ele conhecia as vítimas.

Durante depoimento em um hospital, o suspeito disse que as vítimas imploraram para não serem mortas. “Elas [as vítimas] imploraram por suas vidas, e eu matei, mesmo assim”.

O suspeito se declarou como sendo um sobrevivente das guerras do Iraque e Afeganistão, e disse que antes de cometer os assassinatos, teria consumido metanfetamina.

Com informações das Agências Reuters e Associated Press

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