DHL assume gestão logística do aftermarket de peças da Volvo Cars no Brasil

DHL Supply Chain realiza a coleta e transporte de peças de reposição de toda a linha de automóveis (sedans, SUVs e futuramente os elétricos) da Volvo Cars Brasil para 36 concessionárias. Além de iniciativas sustentáveis, operação se destaca pela integração com a malha de distribuição nacional da DHL e práticas de gestão como pesquisas de satisfação e portal de consulta da emissão de notas e lead time das entregas para concessionárias

São Paulo (SP) – A DHL Supply Chain, líder em armazenagem e distribuição, foi escolhida pela Volvo Cars Brasil para assumir a gestão da logística do aftermarket de peças de reposição da fabricante sueca de carros premium no Brasil. A DHL realiza a coleta das peças – a grande maioria importadas da Europa – e o transporte até 36 concessionárias em todo o País. São gerenciadas mais de 7,5 mil SKUs e 26 mil linhas anuais. Apesar da pandemia, o mercado automotivo vem se recuperando gradualmente e com uma velocidade ainda maior no segmento de seminovos – o que demanda peças de reposição. Em setembro, a Volvo Cars alcançou a 2ª posição no segmento de carros premium no Brasil pela primeira vez, com 18,1% de share. A fabricante se destaca também na área de eletrificação, sendo líder no segmento plug-in hybrid com mais de 1,8 mil veículos vendidos em 2020 e 60% de participação.

Foto: Divulgação

“O mercado automotivo está passando por grandes transformações com novos modelos de uso, expansão da eletrificação e rodagem por um período mais longo. Esses movimentos impulsionam a demanda por peças de reposição de forma que esse mercado de serviços de pós-venda ganha um papel cada vez mais importante como diferencial competitivo da marca perante o consumidor. A DHL tem uma prática consolidada de aftermarket de auto, permitindo que a Volvo acesse nossa escala e elevado padrão de serviços”, afirma César Rodríguez González, diretor de operações da DHL Supply Chain Brasil.

A DHL e a Volvo Cars tem parcerias semelhantes no México, China e Europa, o que também auxiliou na aproximação entre as empresas. “Estamos adotando no Brasil práticas como a pesquisa de satisfação com as concessionárias e uma exclusiva plataforma online para que elas acompanhem em tempo real a emissão de notas e os lead times de entrega, recurso raro no mercado brasileiro, mas que ajuda muito no relacionamento com esses players”, explica o diretor da DHL Supply Chain.

s”A Volvo Cars Brasil tem crescido em nosso país e estamos, a cada dia, aumentando a oferta de produtos híbridos para os consumidores. Somos líderes absolutos em SUVs premium e é muito importante termos um parceiro logístico de confiança como a DHL para atender o nosso pós-vendas”, comenta João Oliveira, diretor geral de operações e inovação da Volvo Car Brasil.

Outro diferencial desta operação é a integração com a malha nacional de distribuição da DHL Supply Chain no Brasil. Atualmente, são mais de 2 mil veículos, 7 cross docking e 14 filiais. São realizadas entregas no modal rodoviário e aéreo (para entregas emergenciais), sendo que a DHL é responsável pela roteirização, manuseio e transbordo das peças ao longo do trajeto. Nas capitais, são empregadas carretas DHL para as entregas. Para garantir a visibilidade de ponta a ponta, uma torre de controle acompanha e monitora o passo a passo. A operadora logística atua também para outros projetos de aftermarket de auto no Brasil, o que possibilita o compartilhamento seguro de fretes e infraestrutura. Um levantamento da DHL mostra que em 22 capitais do País, 70% dos dealers estão em um raio de até 4 km. Compõem ainda este projeto entregas para o departamento de marketing, como brindes e outras ações de relacionamento com stake holders variados.

“A abordagem colaborativa na logística de aftermarket de auto possibilita muitos ganhos, principalmente de custos, frequência de entregas e padrão de serviços. Com isso, também diminuímos o número de veículos que circulam nos centros urbanos, reduzindo assim e emissão de gases”, ressalta César Rodríguez González.

Assim como as empresas, esta operação incorpora aspectos sustentáveis. É o caso dos sistemas de gestão da pressão dos pneus e de otimização de carregamento que diminuem o uso de combustível e número de fretes. Além disso, os veículos da frota utilizam o sistema Lower Engine Emissions, que aproveita a energia das frenagens para carregar um motor elétrico auxiliar. Os parceiros estudam também, no futuro, a semelhança do que é feito na Europa, agregar veículos elétricos para entregas.

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