Terremoto de 4,4 na Escala Richter atinge o Sul da Itália

Um forte terremoto de magnitude de 4,4 graus na Escala Richter atingiu na noite desta terça-feira (22), por volta das 21h25min (horário local), o Leste do Estado da Sicília, no Sul da Itália, deixando os moradores e as autoridades assustadas. Ainda não há informações sobre possíveis vítimas.

Região da Itália onde aconteceu um terremoto nesta terça-feira (22) – Foto: Divulgação

O Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV) da Itália informou que o abalo sísmico foi sentido em várias regiões do Estado da Sicília, principalmente nas cidades de Ragusa, Siracusa, Catânia, Messina, Agrigento e na capital, Palermo. Ainda não foi confirmado danos na infraestrutura dessas cidades.

De acordo com informações das principais agências internacionais de notícias, os moradores de algumas cidades ficaram bastantes assustadas e deixaram suas residências, permanecendo nas ruas e calçadas.

Dados do INGV mostram que o epicentro do tremor ocorreu próximo a Acate, na Província de Ragusa, a cerca de 30 km de profundidade, próximo ao litoral.

Moradores próximos a costa litorânea ficaram com receio de um tsunami e saíram da região às pressas. O tremor durou cerca de 10 segundos, o suficiente para fazer as casas e estabelecimentos comerciais balançarem.

Região da Itália onde aconteceu um terremoto nesta terça-feira (22) – Foto: Divulgação

Moradores das cidades de Vittoria, Modica e Comiso disseram que o terremoto foi bastante forte na região e provocou pequenos danos na infraestrutura das duas cidades.

Tive tanto medo, estava tudo tremendo”, disse Stefano Sucato, que vive na cidade de Comiso. “Muitas pessoas fugiram e ainda permanecem nas ruas”, completou o morador.

O governador do Estado da Sicília, Nello Musumeci, entrou em contato com a prefeita de Ragusa, Filippina Cocuzza e com o chefe da Defesa Civil, com o objetivo de atualizar as informações sobre o terremoto e para fornecer ajuda aos moradores.

As autoridades italianas informaram que não há risco de tsunami.

Com informações das Agências France Presse e Reuters

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