Sucessora da Volkswagen Kombi será desenvolvida pela Ford

Van com capacidade para levar uma tonelada será um dos frutos da parceria entre as fabricantes

A próxima geração da Transit dará origem à sucessora da Kombi (Foto: Divulgação)

A próxima geração da Transit dará origem à sucessora da Kombi (Foto: Divulgação)

A aliança entre Ford e Volkswagen vai gerar outros modelos além da nova Amarok com mecânica da Ranger. Rumores na Europa indicam que a próxima sucessora da Kombi também terá alma norte-americana.

Como a Volkswagen irá desenvolver um novo furgão compacto para a dupla, caberá à Ford preparar uma inédita van com capacidade de carga de uma tonelada. Esse segmento na VW foi criado pela clássica Kombi, que foi vendida na Europa ao longo de duas gerações: T1 e T2.

A gama criada pela Kombi (chamada de T1 na Alemanha) está na quinta geração, chamada de Transporter T6 (Foto: Divulgação)

A gama criada pela Kombi (chamada de T1 na Alemanha) está na quinta geração, chamada de Transporter T6 (Foto: Divulgação)

Atualmente a van Transporter está na quinta geração, chamada de T6. Sua sucessora irá compartilhar plataformas e componentes com a Ford Transit, van global da marca que chegou a ser vendida no Brasil em sua versão alongada.

Ainda há poucos detalhes sobre o novo modelo, mas espera-se que ele use a gama de motores Ecoboost e turbodiesel da Ford. É quase certa a oferta de versões híbridas, que podem usar desde o sistema parcial/leve até o plug-in.

A futura Kombi elétrica será inspirada no visual retrô da I.D. Buzz (Foto: Divulgação)

A futura Kombi elétrica será inspirada no visual retrô da I.D. Buzz (Foto: Divulgação)

Por outro lado, a inédita Kombi elétrica será capitaneada pela Volkswagen. O modelo não terá relação com a sucessora da T6 e apostará em um visual retrô, baseado no conceito I.D.Buzz. Sua plataforma será a modular MEB, que estreou no ID.3.

A venda tanto da nova Transporter quanto da Kombi elétrica no Brasil ainda é remota. Ambos os modelos serão fabricados na Europa e Ásia, dificultando a venda por aqui. Uma eventual produção no México ou América Latina viabilizaria os modelos no País, mas a retração global da economia nos próximos anos dificultará movimentos neste sentido.

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