Vereador denuncia ocupação irregular de área pública

Vereador Francisco (PSB/MS) – Foto: Divulgação

A reintegração de posse por parte da Prefeitura, bem como a limpeza do terreno situado na Rua Paraí, nº 208, que possui 5.552,81 m2, também o Lote RL, situado na Rua do Latim, possuindo 1.697,19 m2 e, por fim, o Lote RA, com 540,00 m2, situado na Rua do Atlântico, todos no Bairro Jardim Porto Belo, demonstra a preocupação do vereador veterinário Francisco Gonçalves de Carvalho, do PSB, com a invasão de áreas públicas.

A reintegração de posse, segundo o autor da indicação, é a única medida cabível pela municipalidade, pois há uma pessoa que realizou edificação no local e o fechamento das áreas para uso próprio. Ressalta que a mesma não tem domicílio no local e que periodicamente libera o espaço para pessoas dormirem para que de alguma forma demonstrem que aquele local é de fato habitado, o que se distorce da realidade.

Ainda em sua justificativa o vereador veterinário Francisco argumenta que a mesma utiliza a área para depositar sucatas e lixos, havendo a proliferação do Aedes aegypti e animais peçonhentos.

Os moradores do condomínio Villas de Cádiz, situado ao lado dos terrenos, contendo 92 apartamentos, e os demais moradores da região, solicitam, com urgência, que se faça a limpeza e a construção da área de lazer, como forma de trazer a melhor qualidade de vida, além de proporcionar a utilização do espaço público como efetiva função social.

Boca de lobo

Em outra proposição apresentada, o Vereador do PSB reivindica que seja feita a limpeza da boca de lobo, localizada na Rua Bráulio de Souza, no Bairro Jardim Itatiaia, sob o argumento de que a mesma está entupida, impedindo o escoamento das águas das chuvas, além de acumular lixos.

Bueiro

Conforme indicação aprovada em plenário e encaminhada à Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, o vereador veterinário Francisco solicita a colocação da grade do bueiro localizado na Avenida Dr. Euler de Azevedo, em frente aos números 451/459, no Bairro Nossa Senhora da Graça. “O perigo constante de acidente para os idosos e para as crianças que saem da escola E. E. São Francisco justifica o pedido”, argumentou.

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