Concurso do Milho Safrinha é atração de festa em Rio Brilhante

Foto: Divulgação

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Agricultores de Mato Grosso do Sul que possuem em sua lavoura uma espiga com grãos cheios e grandes têm até o dia 20 de julho para se inscrever no maior Concurso de Milho do Estado. O evento organizado pelo Sindicato Rural de Rio Brilhante, com o apoio da Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, faz parte da programação da 4ª Festa do Milho, que acontece no dia 25 de Julho, no município de Rio Brilhante.

Para participar, o produtor precisa levar a espiga concorrente até a sede do sindicato ou encaminhá-la por correspondência. Uma comissão julgadora fará a coleta e o peso dos grãos, que serão analisados separadamente. Serão premiadas em dinheiro as oito espigas mais pesadas, em nível estadual (1º e 2º lugar) e municipal (1º ao 5º lugar). A premiação também será às 19h30, no Centro de Tradições Gaúchas da cidade – Tropeiro Velho, com animação musical do Grupo Celestiales.

De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Rio Brilhante, a Festa do Milho pretende apresentar o potencial produtivo da região. “No ano passado registramos mais de 100 inscritos no concurso e cerca de 600 pessoas passaram pela festa onde conheceram alternativas tecnológicas, equipamentos, participaram de palestras além da troca de experiência com produtores e estudantes”, explica o presidente do Sindicato Rural de Rio Brilhante, Luiz Otávio.

O Circuito Aprosoja também está na programação do evento. Mais uma vez, o analista financeiro da AgRural, Fernando Mura Junior, apresentará uma perspectiva do mercado de grão para a safra 2015/2016. A iniciativa da Aprosoja/MS – Associação dos Produtores de Soja e Milho de MS já percorreu os municípios de Deodápolis, Coxim, Chapadão do Sul e Dourados, com orientações técnicas agrônomas e financeiras. A palestra está marcada para às 8 horas.

A primeira atividade do dia será a exposição do Projeto Javali. Um estudo desenvolvido pela Embrapa Pantanal em parceria com o sindicato analisa o comportamento deste animal nas lavouras. “Cerca de 30% das perdas nos talhões de uma propriedade são causadas por este animal, por isso a preocupação de levar informações aos produtores da região”, conclui.

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