Inundação atinge vários andares do prédio do Ministério da Fazenda em Brasília
Um cano se rompeu na madrugada desta sexta-feira (17/02) no prédio do Ministério da Fazenda, em Brasília, no Distrito Federal, causando o alagamento dos últimos três andares do edifício.
De acordo com as primeiras informações, divulgadas pela Agência Brasil, o problema aconteceu no 9º andar do prédio, onde está localizada a Coordenação de Tributação da Receita Federal, cujas salas estão em reforma.
Devido ao vazamento que durou toda a madrugada e o início da manhã de hoje, várias salas e gabinetes que ficam localizados no 8º e 7º andares também foram inundados, e onde trabalham parte das autoridades do primeiro escalão do ministério, entre eles o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto e a procuradora-geral da Fazenda Nacional, Adriana Queiroz de Carvalho.
Por medidas de segurança, funcionários do ministério desligaram os elevadores privativos das autoridades, por onde circula o ministro Guido Mantega, que se encontra em São Paulo, onde despacha normalmente em uma sala do Banco do Brasil.
A Assessoria de Imprensa da Receita Federal informou que não existe risco e/ou prejuízos para o órgão, já que todos os documentos existentes nas salas inundadas já haviam sido digitalizados, e que estão seguros em bancos de dados do órgão, podendo ser recuperadas a qualquer tempo.
No oitavo andar, no entanto, onde funciona a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, vários documentos e livros foram danificados, e funcionários do órgão estão neste momento no local fazendo um levantamento dos prejuízos.
A engenheira responsável pela reforma do 9º andar do prédio do Ministério da Fazenda, Joana D’Arc de Almeida Ferreira, da Empresa Engemega Engenharia, disse que o problema aconteceu em um cano que estourou, e que o problema foi resolvido em 20 minutos.
“Foi um pequeno problema ocorrido em um cano que estourou e, em 20 minutos, conseguimos resolver [o problema]. A empresa vai se responsabilizar com o que vier a ocorrer, inclusive pelos livros da procuradora-geral e pelos equipamentos danificados. Foi pouca coisa”, disse a engenheira Joana D’Arc de Almeida.
Com informações da Agência Brasil e da Folha On-Line








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